Glossário

Acordo da Basiléia: Conjunto de regras prudenciais bancárias divulgado pelo Comitê de Supervisão Bancária da Basiléia em 1988, com o objetivo de dar maior solidez ao sistema financeiro mundial. Sua principal característica é o requerimento de um percentual mínimo resultante da divisão do capital social de uma instituição financeira por seus respectivos ativos ponderados pelo risco a eles inerentes. O Acordo da Basiléia foi implementado no Brasil pela Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 2.099, de 17 de agosto de 1994, tal como alterada, que instituiu valores mínimos de capital realizado e de patrimônio líquido ajustado pelo grau de risco para instituições financeiras brasileiras. Em janeiro de 2001 o Comitê de Supervisão Bancária da Basiléia divulgou uma nova versão do Acordo da Basiléia.

BACEN ou Banco Central: Banco Central do Brasil.

BIS: Bank for International Settlements Committee on Banking Supervision.

BM&FBOVESPA: Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo.

CAGR:Taxa composta de crescimento anual.

CDI: Certificado de Depósito Interbancário.

CMN: Conselho Monetário Nacional.

COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.

Companhia ou Paraná Banco: Refere-se ao Paraná Banco S.A.

Convênios: Acordos celebrados com órgãos e entidades do Setor Público que autorizam a concessão de crédito consignado em folha de pagamento aos beneficiários de tais entes.

COPOM: Comitê de Política Monetária.

CVM: Comissão de Valores Mobiliários.

Derivativos: Títulos e valores mobiliários negociados em mercados de liquidação futura ou outros ativos tendo ou não por lastro ou objeto valores mobiliários de emissão do Banco.

IFRS: International Financial Reporting Standards.

Índice da Basiléia: De acordo com a Resolução CMN nº. 2.099, de 17 de agosto de 1994, instituiu-se a obrigatoriedade de manutenção de valor de patrimônio líquido ajustado, compatível com o grau de risco da estrutura de ativos de determinada instituição financeira, conforme definido no Acordo da Basiléia.

IOF: Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários.

IPCA: Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, divulgado pelo IBGE.

Regulation S: Regulation S do Securities Act.

ROAA: Retorno sobre o ativo médio com ponderação mensal.

ROAE: Retorno sobre o patrimônio liquido médio com ponderação mensal.

Rule 144A: Rule 144A do Securities Act.

SEC: Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos.

Securities Act: Securities Act de 1933 dos Estados Unidos, conforme alterado.

SELIC:Sistema Especial de Liquidação e Custódia.

Setor Público: Setor formado pelos seguintes órgãos e entidades: a administração direta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios; as autarquias e fundações instituídas ou mantidas, direta ou indiretamente, pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios; as empresas públicas e sociedades de economia mista, e demais órgãos e entidades dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

STF: Supremo Tribunal Federal.

STJ: Superior Tribunal de Justiça.

SUSEP: Superintendência de Seguros Privados.

TAC: Taxa de Abertura de Crédito.

Taxa DI: Taxa média diária de depósitos interfinanceiros expressa na forma percentual ao ano, calculada e divulgada pela CETIP e expressa em taxa efetiva anual.

Títulos Disponíveis para Venda: Conforme estabelecido na Circular BACEN nº 3.068, de 8.11.2001, são títulos adquiridos pelo Banco que não se enquadram nas seguintes categorias: (i) adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados; ou (ii) para os quais haja intenção e capacidade financeira da instituição de mantê-los em carteira até o vencimento.

TJLP: Taxa de Juros de Longo Prazo, expressa na forma percentual ao ano, determinada pelo CMN.

US GAAP: Práticas contábeis geralmente aceitas nos Estados Unidos.

VaR: Value at Risk. Modalidade de avaliação de risco.

Fechar